Eu ainda te odeio.
E isso só me faz pensar no quanto um sentimento é capaz de resistir.
Eu ainda te odiar significa que nem por um dia eu deixei de pensar. Que o mais intenso dos meus sentimentos foi voltado a isso.
Eu te odiei do momento em que sumistes daqui, até a hora em que voltasses a me procurar.
E eu te odiei por me fazer sentir tanta a tua ausência.
Eu odeio o modo irritante de como tiras o meu sono. O modo como me traz instabilidade em dias de calmaria.
E eu odiei te perdoar, por uma, duas e até três vezes.
Odiei não conseguir rasgar tuas fotos, apagar os teus recados na secretária.
Odiei ainda mais precisar encarar a vida sem ti, dar passos cegos e até procurar outros caras.
Odeio ficar comparando pessoas a você e saber mesmo assim que ninguém fará comigo o que tu ainda fazes.
Odeio ver o relógio parado durante tempos em que nos afastamos.
Ter provas reais de que o destino vive a brincar conosco.
Ainda te odeio tanto.
E te odeio porque sei que não percebes que te odiar é o mais visível traço de que ainda te tenho em mim. De forma íntima e inabalável.
Eu te odeio por nunca ter conseguido te afogar das minhas memórias feitas minuciosamente pelos teus toques e trejeitos.
Odeio o fato de só tu não entenderes e, mesmo assim, a forma automática chego até ti em busca de respostas.
Odeio te conhecer tão bem e saber que pra ti as coisas não são assim.
Eu odeio ver os meus desejos sendo sufocados por prevenção, envoltos em dúvidas.
Eu te odeio, por levar um segundo para entrar e eternidade para sair da minha vida.
Eu odeio que seja você o dono da aquarela.
Eu odeio o jeito que me envolves.
Eu odeio te ver como solução.
Eu odeio o atraso que me causas e a rapidez com que me esqueces.
Eu odeio ter tanta certeza de que ainda te amo.
 
Por Fernanda Gava
 

 

O Valor da Amizade

Você já parou para pensar sobre o valor da amizade?

Às vezes nos encontramos preocupados, ansiosos,
em volta há situações complicadas, nos sentindo meio que perdidos, mas somente o fato de conversarmos com um amigo, desabafando o que nos está no íntimo, já nos sentimos melhor, mesmo que as coisas permaneçam inalteradas.

Quantas vezes são os amigos que nos fazem sorrir quando tínhamos vontade de chorar, mas a sua simples presença traz de volta o sol a brilhar em nossa vida.

A simplicidade das brincadeiras pueris, da conversa informal,
momentos de descontração que muitas vezes pode ser numa conversa rápida ao telefone, no vai e vem do dia ou da noite,
no ambiente de trabalho ou de escola, enfim, em qualquer lugar a qualquer hora.

Entretanto, não existe só alegria, amor, felicidade nesta relação que como em qualquer outro relacionamento,
passa por crises passageiras, por momentos intempestivos, abalos ocasionais.

Ainda que tenhamos muito carinho pelo amigo em questão,
às vezes por insegurança, por ciúme, por estarmos emocionalmente alterados ou nos sentindo pressionados,
acabamos sendo injustos com ele e isso pode ser recíproco.

Podemos comparar esse elo de amizade ao tempo que passa por alterações climáticas constantemente, mas é dessa forma que aprendemos a nos conhecer, compartilhar momentos, que se desenvolve uma amizade.

Diante do amigo somos nós mesmos, deixamos vir à tona nossos pensamentos a respeito das coisas, da vida, nos mostramos como verdadeiramente somos.

Há amigos que nos ensinam muito, nos fazem enxergar situações que às vezes não percebemos o seu real sentido,
compartilham a sua experiência conosco, nos falam usando da verdade que buscamos encontrar.

São eles também que nos chamam a razão, chamando a nossa atenção quando agimos de modo contraditório, que nos dizem coisas que não queremos ouvir, aceitar, compreender.

Ao longo de nossa vida muitos amigos passam por ela e nos deixam saudade, mas também deixam a recordação de tudo que foi vivido.

É na amizade verdadeira que encontramos sinceridade, lealdade, afinidade, cumplicidade, simplicidade, fraternidade.

Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar conosco ao longo da nossa jornada espiritual, extrapolando os limites do tempo, continuando quando e onde Deus assim o permitir.

Autora: Sandra Quevedo Demarchi Nogueira

Esse vídeo do Jim Carrey pra mim tem tudo a ver com o texto em baixo, ele me faz lembrar das minhas amigas que por três anos me acompanham na faculdade, nas baladas, na tristeza, na felicidade em tudo...

Mariana, Annynha, Ná vocês são as melhores, e chega de blá blá blá e lá vamos nos em ritmo de festa como no clipe iahiuahaiuhaui

Amo muito vocês!!!

E essa sou eu, já que aqui na facul não tem foto das meninas, mas por pontinhos com o Professor tá valendo essa foto mesmo, com espinhas e tudo mais iuahuiahauiha

 

Ciclos

Como todo mundo sabe a vida é cheia de coisas novas, vivemos em um constante "ciclo", mas devemos saber como lidar com o tempo que a vida nos reserva, com as pessoas que conhecemos diariamente, pessoas que se tornam apenas colegas, e outras que se tornam melhores amigas, rolinhos, paixões e amores esses então precisamos bem sabermos administrarmos para que futuramente não se torne a angustia e a decepção que atormenta os corações de pessoas que como eu, que ainda buscam insessantemente alguém calmo e tranquilo para viver, casar e ter filhos, cachorros, jardim e ser feliz pra sempre como nos contos de fada em que assistia na TV Cultura quando criança...

O texto explica muito bem como devemos encerrar determinadas fases de nossas vidas, para se reerguer e ver que a vida é curta para perder tempo com pessoas que não nos fazem bem!

"Ciclos"

Sempre é preciso saber
quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela
mais do que o tempo necessário,
perdemos a alegria e o sentido das outras etapas
que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas,
terminando capítulos,
não importa o nome que damos,
o que importa é deixar no passado
os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho?
Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada
desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo
se perguntando por que isso aconteceu.
Pode dizer para si mesmo
que não dará mais um passo
enquanto não entender as razões
que levaram certas coisas,
que eram tão importantes e sólidas em sua vida,
serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos:
seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos,
seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos,
virando a folha,
seguindo adiante,
e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo
no presente e no passado,
nem mesmo quando tentamos entender
as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará:
não podemos ser eternamente meninos,
adolescentes tardios,
filhos que se sentem culpados
ou rancorosos com os pais,
amantes que revivem noite e dia
uma ligação com quem já foi embora
e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam,
e o melhor que fazemos
é deixar que elas realmente
possam ir embora.
Por isso é tão importante
(por mais doloroso que seja!)
destruir recordações,
mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos,
vender ou doar os livros que se tem.
Tudo neste mundo visível
é uma manifestação do mundo invisível,
do que está acontecendo em nosso coração
e o desfazer-se de certas lembranças
significa também abrir espaço
para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida
com cartas marcadas,
portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo,
não espere que reconheçam seu esforço, que descubram
seu gênio, que entendam seu amor.
Pare de ligar sua televisão emocional
e assistir sempre ao mesmo programa,
que mostra como você sofreu com determinada perda:
isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso
que rompimentos amorosos que não são aceitos,
promessas de emprego
que não têm data marcada para começar,
decisões que sempre são adiadas
em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo,
é preciso terminar o antigo:
diga a si mesmo que o que passou,
jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época
em que podia viver sem aquilo,
sem aquela pessoa, nada é insubstituível,
um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio,
pode mesmo ser difícil,mas é muito importante.
Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho,
por incapacidade, ou por soberba,
mas porque simplesmente
aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco,
limpe a casa, sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era,
e se transforme em quem é.

O autor eu infelizmente desconheço, pois achei este texto na internet!

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